Fazendo uma reflexão cheguei à conclusão que no mundo nada é absoluto e sim relativo.
Não poderia ser diferente com a matemática e a beleza, é tudo muito relativo...
É como se o mundo fosse um grande quadro cheio de questões matemáticas: números, equações, icognitas, dúvidas e soluções... E então como tudo é muito relativo, cada um vê o quadro à sua maneira.
Uns olham o quadro com desinteresse e dizem:
_ Há! Não tenho nada a ver com isso, se fosse um quadro de histórias...
Outros morrem de medo do quadro, se escondem e preferem não conhecê-lo melhor.
Tem aqueles sabichões que olham para o quadro de forma superficial como quem encara um teste avaliativo e, visando somente a nota, vão respondendo tudo com uma pressa que não os permite conhecer a beleza do quadro.
Também tem aqueles que se "apaixonaram" pelo quadro de uma forma tão natural e inexplicável (que não dá pra explicar mesmo!).
E finalmente falemos dos preconceituosos que ficam julgando o quadro, tirando conclusões precipitadas e reclamando do mestre criador do quadro-mundo, uma vez que o mestre esteja muito ocupado, então ele resolveu delegar a função de entender, explicar e encontrar a verdadeira beleza existente no quadro à alguns outros mestres, e estes mestres aguentam de tudo inclusive as reclamações (e eu já reclamei muito!), mas hoje finalmente consegui conhecer um pouco da ininita beleza do quadro.
É, parei de olhar com preconceito, desinteresse, medo, superficialidade e deixei que a minha sensibilidade descobrisse que aquele quadro, aparentemente "sem sal", é verdadeiramente incrível, de uma beleza rara e especial, eu diria matematicamente perfeito! Cada coisa no seu devido luigar e se não está no seu lugar a matemática entra em campo com a sua extidão e nos mostra o tamanho, o lugar, o preço, a massa... É, a matemática é massa mesmo! E eu olho para o meu boletin e não consigo encontrar beleza na matemática, pelo menos não naquela (tão vermelhinha), no entando olho para o céu e meus olhos deparam-se com uma beleza inexplicável, incomparável e infinitamente especial e eu apesar de não entender tecnicamente muita coisa e nem me interessar pelos testes avaliativos, sinto-me a vontade até para brincar: na escola da vida o "grande mestre" era professor de matemática, se não errei nos cálculos.
Aline Alsan
Não poderia ser diferente com a matemática e a beleza, é tudo muito relativo...
É como se o mundo fosse um grande quadro cheio de questões matemáticas: números, equações, icognitas, dúvidas e soluções... E então como tudo é muito relativo, cada um vê o quadro à sua maneira.
Uns olham o quadro com desinteresse e dizem:
_ Há! Não tenho nada a ver com isso, se fosse um quadro de histórias...
Outros morrem de medo do quadro, se escondem e preferem não conhecê-lo melhor.
Tem aqueles sabichões que olham para o quadro de forma superficial como quem encara um teste avaliativo e, visando somente a nota, vão respondendo tudo com uma pressa que não os permite conhecer a beleza do quadro.
Também tem aqueles que se "apaixonaram" pelo quadro de uma forma tão natural e inexplicável (que não dá pra explicar mesmo!).
E finalmente falemos dos preconceituosos que ficam julgando o quadro, tirando conclusões precipitadas e reclamando do mestre criador do quadro-mundo, uma vez que o mestre esteja muito ocupado, então ele resolveu delegar a função de entender, explicar e encontrar a verdadeira beleza existente no quadro à alguns outros mestres, e estes mestres aguentam de tudo inclusive as reclamações (e eu já reclamei muito!), mas hoje finalmente consegui conhecer um pouco da ininita beleza do quadro.
É, parei de olhar com preconceito, desinteresse, medo, superficialidade e deixei que a minha sensibilidade descobrisse que aquele quadro, aparentemente "sem sal", é verdadeiramente incrível, de uma beleza rara e especial, eu diria matematicamente perfeito! Cada coisa no seu devido luigar e se não está no seu lugar a matemática entra em campo com a sua extidão e nos mostra o tamanho, o lugar, o preço, a massa... É, a matemática é massa mesmo! E eu olho para o meu boletin e não consigo encontrar beleza na matemática, pelo menos não naquela (tão vermelhinha), no entando olho para o céu e meus olhos deparam-se com uma beleza inexplicável, incomparável e infinitamente especial e eu apesar de não entender tecnicamente muita coisa e nem me interessar pelos testes avaliativos, sinto-me a vontade até para brincar: na escola da vida o "grande mestre" era professor de matemática, se não errei nos cálculos.
Aline Alsan